GTS Securitizadora: Solução para emissão de valores mobiliários

Categoria(s): Artigos 18 jan. 2023

Você está buscando caminhos para alinhar seu negócio com a tendência de bancarização empresarial? Seu objetivo é  financiar as operações de crédito de seu ecossistema e ganhar autonomia em relação às grandes instituições financeiras? 

Se a resposta for sim, você está atento às oportunidades de crescimento. Porém, apenas reconhecer essas oportunidades não basta. É preciso tomar medidas concretas. No caso da bancarização, é preciso construir uma infraestrutura básica, que inclui um veículo de securitização

Algumas empresas optam por investir na constituição do seu próprio veículo, mas essa alternativa exige um investimento mais alto e grande conhecimento para assumir os riscos envolvidos, já que é uma atividade regulada pela CVM. 

Para as empresas que buscam uma solução robusta, o caminho mais atrativo é a parceria com uma Securitizadora regulada pela CVM.

Esse é o seu caso? Então, você precisa conhecer a GTS Securitizadora.

Bancarização Empresarial e Securitização

A bancarização empresarial consiste no desenvolvimento de uma infraestrutura de instituição financeira própria dentro das empresas. Essa é uma tendência que está se fortalecendo no Brasil, e ela abrange negócios de todos os portes.

Essa tendência proporciona fortes benefícios. Um dos mais relevantes é a possibilidade de financiar com autonomia as operações de crédito do ecossistema do seu negócio. 

Eliminando a dependência das grandes instituições financeiras, você tem mais liberdade para tomar decisões. Por exemplo, é você quem vai definir quais clientes recebem ofertas de crédito e quais serão as condições destas ofertas.

Outras vantagens da bancarização empresarial são:

  • Aumentar o potencial de vendas e de faturamento do negócio
  • Abrir portas para novas fontes de receita
  • Desenvolver estratégias mais criativas e ousadas de fidelização

Dentro da lógica da bancarização, é importante que sua infraestrutura conte com um veículo de securitização. Esse veículo é responsável pela emissão de valores mobiliários, ou seja, de papéis que podem ser negociados no mercado de capitais. 

Os valores mobiliários são vendidos para investidores, promovendo a captação de recursos. Esses recursos, então, podem ser aplicados para viabilizar as operações de crédito da sua empresa.

Existem dois principais tipos de veículos de securitização: Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – FDICs e Companhias Securitizadoras. Vamos abordar as diferenças entre eles mais à frente.

Para ter acesso a um veículo de securitização, existem dois caminhos. O primeiro deles é constituir o próprio veículo. O segundo, optar pela parceria com um veículo de securitização capaz de atender às demandas da sua empresa pela emissão de valores mobiliários.

GTS Securitizadora

A Giro.Tech conta com uma unidade de negócios especializada para auxiliar as empresas que optam pelo segundo caminho: a GTS Securitizadora

Essa unidade é a responsável pela emissão de valores mobiliários, atendendo a todas as exigências legais e regulatórias. Ela conta com o registro na CVM, como Companhia Securitizadora.

Até o momento foram feitas mais de 30 emissões. A GTS Securitizadora está habilitada para atuar com emissões de Certificados de Recebíveis – CRs, Certificados de Recebíveis do Agronegócio – CRAs e Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRIs.

As emissões realizadas pela GTS Securitizadora permitem que sua empresa tenha acesso a recursos que poderão ser empregados para viabilizar os mais variados tipos de operações de crédito. Alguns exemplos são:

  • vendas financiadas de indústrias (antecipação do contas a receber)
  • crediário para varejo ou atacado
  • empréstimos consignados
  • crédito pessoal
  • capital de giro
  • antecipação de recebíveis

Dessa forma, a GTS Securitizadora permite que sua empresa comece a se beneficiar da bancarização empresarial, mesmo se não for viável constituir um veículo próprio de imediato. Não é preciso ser uma empresa de grande porte para captar recursos no mercado financeiro e ganhar autonomia em suas operações de crédito.

Companhia Securitizadora ou FDIC

Caso sua empresa opte por constituir o próprio veículo de securitização, é importante saber que haverá um investimento mais elevado. Além disso, é preciso considerar qual tipo de veículo de securitização é o mais adequado para o cenário da sua empresa.

A constituição de uma Companhia Securitizadora é acessível para empresas de menor porte. O investimento inicial fica entre R$ 27 mil e R$ 60 mil e a manutenção anual requer um mínimo aproximado de R$ 75 mil. As emissões desse tipo de veículo incluem debêntures, CRs, CRAs e CRIs. Esse é o modelo da GTS Securitizadora.

A constituição de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios – FIDC é um pouco mais custosa. O investimento inicial fica entre R$ 80 mil e R$ 120 mil e a manutenção anual requer um mínimo aproximado de R$ 300 mil. Suas emissões consistem em cotas de fundo de investimento.

Se esse caminho faz sentido para a bancarização da sua empresa, a Giro.Tech também conta com soluções voltadas para auxiliar no processo de constituição do veículo de securitização. Assim, você tem a tranquilidade de estar em adequação com todas as exigências legais e regulatórias.

Quer dar o próximo passo neste ano? Fale com nossos especialistas e descubra como as soluções da Giro.Tech podem ajudar sua empresa a destravar suas operações de crédito.

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